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Poesia - Metade Pássaro

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

A mulher do fim do mundo
Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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Poesia - Metade Pássaro

A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

A mulher do fim do mundo
Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

A mulher do fim do mundo
Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

A mulher do fim do mundo
Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

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Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

A mulher do fim do mundo
Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

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Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

A mulher do fim do mundo
Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

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Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

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Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

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Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


Autor: Murilo Mendes

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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

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Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


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A mulher do fim do mundo
Dá de comer ás roseiras,
Dá de beber ás estátuas,
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Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
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Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


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Dá de beber ás estátuas,
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Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


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Cura a tempestade,
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Me puxa no sonho eterno
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Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
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Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


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Dá de comer ás roseiras,
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Chama a luz com um assobio.
Faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos.
Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


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Dá de comer ás roseiras,
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Cura a tempestade,
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Escreve cartas ao rio,
Me puxa no sonho eterno
Para seus braços que cantam.


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Cura a tempestade,
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A mulher do fim do mundo
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